Entidades cobram solução estrutural para a Cassi e maior participação do BB no custeio
- Bancários Sorocaba

- há 39 minutos
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Representantes das entidades reuniram-se em Brasília para avaliar a situação financeira da Cassi antes da negociação com o Banco do Brasil. O consenso foi de que a Caixa de Assistência precisa de medidas urgentes para reforçar o caixa e recompor as reservas garantidoras, que atingiram o limite mínimo em maio de 2026.
Durante a negociação, o Banco do Brasil apresentou uma proposta de custeio baseada em um modelo híbrido, mantendo a contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e criando uma nova fonte de financiamento com participação da patrocinadora e dos associados.
Apesar de representar um avanço, a proposta não contempla adequadamente os funcionários admitidos após 2018, os egressos de bancos incorporados e pode ampliar dificuldades para os associados autopatrocinados.
As entidades defenderam maior participação financeira do Banco do Brasil na sustentabilidade da Cassi. Para a coordenação da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), não é aceitável que os associados arquem novamente com a maior parte do custeio.
Também foi apresentada ao banco a necessidade de um aporte extraordinário para recompor os déficits acumulados do Plano de Associados. Qualquer eventual contribuição adicional dos associados deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.
As negociações terão continuidade nos próximos encontros entre as entidades e o Banco do Brasil, com o compromisso de buscar uma solução equilibrada e sustentável para a Cassi, sem ampliar desigualdades entre os associados.




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