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Sindicato dos Bancários continua lutando por direitos

Atualizado: 24 de set. de 2021


Bancários durante a paralização dos bancos em 2022
Bancários durante a paralização dos bancos em 2002

O Brasil vive tempos bicudos deflagrados por uma política econômica desastrosa praticada pelo governo, que penalizou a classe trabalhadora e gerou o aumento no número de desempregados e o retorno da inflação. Um desses mecanismos utilizados foi a promulgação da reforma trabalhista, que castrou direitos conquistados ao longo das últimas décadas através de um trabalho árduo e de muita luta por parte do sindicato. Referidos direitos permitiram significativo avanço aos trabalhadores, a valorização da classe e por consequência proporcionou aos milhares deles uma melhor qualidade de vida.


No artigo “Sindicatos precisam reescrever o Brasil e mudar sua forma de ser” divulgado pelo veículo Brasil de Fato, o economista Marcio Pochmannaborda em seu discurso a necessidade da mudança e o maior pertencimento a classe trabalhadora. O sindicato é pertinente às mudanças positivas sociais e democráticas e que as lutas foram concretizadas e estão marcadas na história de todo trabalhador bancário que possui direitos.


Realmente, não se pode negar que as políticas neoliberais conjugadas pelo governo têm desmontado algumas estruturas e dentre elas a burguesia industrial, dando lugar a outro tipo, a do comércio, de serviço, cujo objetivo assenta-se no lucro e com a redução drástica de custos. Então, a mudança na legislação trabalhista, por oferecer redução de custos aos novos burgueses, como editada na reforma, os favoreceu. E por evidência, danosa à classe trabalhadora.


À classe empresarial interessa e muito um cenário pessimista, de profunda depressão, pois tem consciência que dificilmente o povo lutará, se limitará em tentar sobreviver. Consciente disso, o sindicato está preparado para colocar em prática novas estratégias de luta, visando oferecer aos trabalhadores o apoio e suporte necessários em busca da conquista de seus inquestionáveis direitos. Para tanto, quer mais do que nunca os ouvir e essa estratégia será essencial para trazê-los, uni-los e mais, fortalecer os novos propósitos.


O digital é consequência de todas as instituições pois, sem a presença deste sujeito, não haveria comunicação. Acatamos essa necessidade como um todo e na prática construímos a identidade e pertencimento. Saímos do discurso bonito para fazer acontecer.


Fonte de base: Brasil de Fato

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