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Setembro amarelo: saúde mental dos bancários é tema discutido pelo sindicato


A ONU (Organizações das Nações Unidas) revela que mais de 700 mil pessoas cometem suicídio todos os anos, registrando uma morte a cada 40 segundos. Somente em 2019, 77% dos suicídios ocorreram em países de baixa e média renda, tornando-se a 17ª causa de morte no mesmo ano.


No viés profissional, a depressão e outras doenças psicológicas são um dos fatores mais comuns no país. Segundo dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), o número de bancários (as) afastados de suas atividades por transtornos mentais entre 2009 e 2017, teve crescimento de 61,5%.


A pesquisa também realizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, destaca que “o total de trabalhadores que tiveram benefícios acidentário ou previdenciário em 2009 foi de 13.297. Oito anos depois, 17.310 afastaram por motivos de enfermidades, equivalente a um aumento de 30%”.


Motivo é o que não falta!


Pressão no trabalho, assédio moral, cobranças fora do horário e que passam dos limites podem agravar o quadro de quem sofre com depressão, ansiedade ou outros transtornos. A pandemia também é um fator, já que isolou o trabalhador em casa com menos condições de trabalho.


Sistemas públicos podem ajudar!


Sorocaba possui oito CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que oferecem acolhimento, visitas e acompanhamentos. O atendimento pode ser realizado por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e dos próprios CAPS. Outro serviço gratuito importante é o Centro de Valorização da Vida (CVV), programa composto por voluntários capacitados com atendimento 24h via telefone 188.

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