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‘Pacotão trabalhista’ opõe centrais e governo

O “pacotão trabalhista” incluído pelos deputados em medida provisória aprovada na terça-feira deixou trabalhadores insatisfeitos na mesma medida em que agradou o governo. Ontem, representantes de centrais sindicais criticaram a aprovação das mudanças e a falta de discussão do texto. O secretário do Trabalho do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Dalcolmo, disse que as medidas aumentam a “resiliência” do mercado de trabalho.


Originalmente, a MP dava permissão às empresas para reduzir jornada e salário ou suspender os contratos de trabalho na pandemia. O texto, no entanto, foi modificado na Câmara e passou a incluir medidas que afrouxam regras para contratação de jovens e trabalhadores informais, com redução no FGTS. Além disso, os deputados ainda aprovaram mudanças na forma como as empresas pagam horas extras a algumas categorias. Os deputados ainda precisam terminar de analisar os destaques (sugestões de mudanças), antes de o texto ir ao Senado.

Dalcolmo afirmou que medidas como o Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego (Priore), voltado a jovens de 18 a 29 anos no seu primeiro trabalho e a pessoas com mais de 55 anos que estejam desempregadas há mais de 12 meses, aumentarão o interesse de empresas em contratar quem está fora do mercado. (Estadão Conteúdo)


Cruzeiro do Sul

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