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Open banking tira até R$ 110 bilhões dos bancos

É quase um lugar comum dizer que os grandes bancos serão os maiores perdedores com a introdução do open banking. Embora isso não seja necessariamente verdade, fato é que eles terão de ajustar seus modelos de negócios


É quase um lugar comum dizer que os grandes bancos serão os maiores perdedores com a introdução do open banking. Embora isso não seja necessariamente verdade, fato é que eles terão de ajustar seus modelos de negócios e, se não o fizerem, poderão enfrentar uma perda de receitas estimada pela consultoria Roland Berger em até R$ 110 bilhões.

Estudo elaborado pela companhia alemã e divulgado com exclusividade para o Valor traça cenários para o open banking no país levando em conta o que se viu nas experiências da Europa e do Reino Unido e as diretrizes adotadas pelo Banco Central (BC). Segundo a consultoria, o Brasil pode se tornar a nova referência mundial no assunto, dada a abrangência das mudanças que o regulador pretende adotar — com impacto no crédito, em investimentos e em seguros. “Hoje, quando você abre uma conta em banco, você leva o prédio todo. Com o open banking, não precisa mais ser assim”, diz o diretor sênior da Roland Berger para a indústria financeira, João Bragança.


Diante desse panorama, a conclusão da consultoria é a de que há duas estratégias com mais chance de sucesso para os participantes do setor: se especializar no relacionamento com os clientes ou atuar como “fábricas de produtos”, ou seja, ter uma oferta diversificada e distribuí-la em canais de terceiros.

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