top of page

Caminhoneira coordena grupos de motoristas no WhatsApp e incentiva participação em greve

13 de dez. de 2022
2 min de leitura

Na tarde desta quinta-feira, 24 de maio, A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e as demais centrais, com o apoio e presença de diversos sindicatos filiados, organizaram, na tarde dessa quinta-feira, 24 de maio, um ato de protesto em frente ao prédio da Petrobrás, na Av. Paulista, em São Paulo em apoio à greve nacional dos caminhoneiros e também de alerta à sociedade ao preço abusivo dos combustíveis no Brasil.

“O preço elevado do petróleo atinge diversas áreas. O gás de cozinha e o combustível para os meios de transporte, por exemplo, são essenciais para uma família. Sem falar em hospitais, escolas, supermercados. A Petrobrás precisa refletir sobre essa política equivocada que está afetando todos os setores”, disse Josimar Andrade, diretor do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, entidade filiada à UGT.

Sob o mote “Eu quero agora, eu quero já. Eu quero ver o preço baixar”, os manifestantes montaram um fogão à lenha na rua e serviram café, mostrando que o botijão de gás subiu 15% mais do que a inflação e, ou esse preço baixa, ou as famílias terão mesmo que cozinhar com lenha.

O que se procurou explicar à população durante o protesto foi que:

1 – a preocupação do governo brasileiro precisa ser a de abastecer o povo e não de aumentar o preço das ações na Bolsa de Valores;

2 – o aumento do petróleo ocasiona a alta no preço de todos os seus derivados, como gás de cozinha, gasolina, álcool e diesel. E isso afeta diretamente o transporte – de pessoas e de cargas, a alimentação, o atendimento à saúde, a agricultura, enfim, a vida de todos os brasileiros;

3 – a produção da Petrobrás é nacional e autossuficiente. Por isso, o preço do seu produto não pode ser flutuante de acordo com o mercado externo.

As centrais e seus sindicatos filiados apoiam, consideram justa e se solidarizam à greve que os caminhoneiros estão realizando desde a última terça, dia 22. É uma forma de exigir que se mude essa política equivocada, de lucrar às custas do sacrifício do trabalhador.

Fonte: UGT

 
 
 

Comentários


bottom of page