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Sem reforma da previdência, governo pode cortar abono

13 de dez. de 2022
1 min de leitura

A CPI da Previdência constatou que não há déficit nas contas do INSS, mas má gestão. Com medo de que a notícia emperre a reforma da previdência, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira (24) que o governo terá de adotar outras medidas caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Entre tais medidas em análise está a suspensão do pagamento do abono salarial do PIS/Pasep – benefício que varia de 79 reais a 937 reais, dependendo do tempo trabalhado. O ministro ainda espera que a reforma da Previdência seja aprovada na segunda quinzena de novembro. Segundo ele, aprovação da reforma neste ano é de interesse de todas as “correntes políticas” que têm pretensões nas eleições de 2018. Agora o discurso do ministro é o do medo: se a reforma não sair, não haverá aposentadoria no futuro. Fica claro que a aprovação da reforma não se baseia em números, mas em interesses políticos apenas.

SEEB Sorocaba com Veja

 
 
 

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