Brasília tem a maior mobilização contra as reformas
O dia 24 de maio já entrou para a história do Brasil como a maior marcha da classe trabalhadora que Brasília já teve.
Tendo como foco mostrar para os parlamentares que as reformas propostas pelo Governo federal não têm apoio popular e são extremamente danosas para a sociedade, a marcha contou com o apoio de trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, que viajaram horas e até dias para reivindicar contra o atentado à democracia do país, já que as propostas foram construídas sem a participação da sociedade e atende, única e exclusivamente, o setor empresarial. A manifestação, teve como objetivo lutar contra as reformas trabalhista e previdenciária, foi composta por pais e mães de família, estudantes, professores e aposentados. A marcha ganhou um tom de indignação principalmente por conta das denúncias que vieram a tona com a delação da JBS.
“O governo quer a todo custo aprovar essas medidas mesmo sem consultar a sociedade, de forma exacerbada e tirana, isso é uma irresponsabilidade sem precedentes, pois neste momento nenhuma das casas tem condições morais de votar medidas de austeridade com tanta denúncia contra o Temer”, disse Ricardo Patah, presidente nacional da UGT.
Patah criticou a ação policial, que usou de força excessiva para tentar acabar com as manifestações, que seguiam pacíficas até que os policiais começassem a agredir os manifestantes. “Ninguém que está aqui é vagabundo. São pessoas de bem, que estão lutando contra medidas de austeridade que visam retirar direitos sociais e trabalhistas”, disse Patah.
A caminhada se iniciou por volta das 11h, do estádio Mané Garrincha em direção à Esplanada dos Ministérios, com a estimativa feita pela Polícia Militar de 150 mil pessoas.
Fonte: SEEB Sorocaba com SEEB Franca





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