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Lucro da Caixa cresce 50% no 1º trimestre e atinge R$ 4,6 bilhões


A Caixa Econômica Federal divulgou nesta quarta-feira (12) que registrou um lucro líquido contábil de R$ 4,6 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 50,3% frente ao mesmo período do ano passado (R$ 3,049 bilhões).

Já na comparação com o 4º trimestre de 2020 (R$ 5,671 bilhões), houve queda de 19,2%.

Segundo o banco, o resultado trimestral foi sustentado pelo aumento de 4,1% na margem financeira, redução de 17,1% nas despesas de pessoal, 25,1% nas outras despesas administrativas e “pelo recebimento de R$ 1,5 bilhão auferidos em decorrência da conclusão das parcerias estratégicas nos ramos de consórcio e capitalização concluídas com a Caixa Seguridade”.

O retorno sobre o patrimônio líquido, um indicador da lucratividade dos bancos, subiu para 16,33%, ante 15,18% no final de 2020.

Veja outros destaques do balanço:

  • A margem financeira alcançou R$ 11 bilhões nos 3 primeiros meses do ano, com aumento de 6,8% na comparação anual;

  • Saldo de R$ 799,6 bilhões na carteira de crédito total, com crescimento de 14,3% na comparação com os 3 primeiros meses de 2020;

  • Crescimento anual de 103,1% em contratações de crédito imobiliário SBPE;

  • A Caixa seguiu na liderança do mercado de crédito imobiliário, com 68,2% de participação nos financiamentos;

  • Contratação de R$ 12,9 bilhões em crédito consignado, maior valor para o 1º trimestre em 10 anos;

  • Inadimplência acima de 90 dias de 2,04%, redução de 1,10 ponto percentual ante o 1º trimestre de 2020;

  • O app Caixa TEM atingiu o recorde de mais de 107 milhões de contas poupanças sociais digitais abertas até o final de março;

  • As Loterias CAIXA arrecadaram R$ 3,8 bilhões no 1º trimestre, com distribuição de R$ 1,5 bilhão em prêmios líquidos, valor 14% maior que o mesmo período de 2020.

Lucro da Caixa supera o do Banco do Brasil Na comparação com grandes bancos brasileiros de capital aberto, o lucro da Caixa no 1º trimestre superou o do Banco do Brasil (R$ 4,2 bilhões) e do Santander (R$ 2,8 bilhões). O maior foi o do Bradesco (R$ 6,15 bilhões), seguido pelo Itaú Unibanco (R$ 5,4 bilhões).

Fonte: G1

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