FENABAN COBRA CONFIANÇA DA CATEGORIA BANCÁRIA


(Não assinam o pré-acordo para dar garantias à categoria profissional, além de insinuar que temos muitas clausulas desnecessárias de se constar em uma CCT)

A tônica da conversa foi essa, confiança. Com a discordância de incluir a garantia de emprego em nossa CCT, pediram nossa confiança alegando que até o momento, passados oito meses da reforma trabalhista, os novos contratos previstos como terceirizado, intermitente e temporário, não foram utilizados pelos bancos. Aceitam analisar a proposta de CCT para todos os bancários, independente da remuneração ou escolaridade, incluindo os hipersuficientes (trabalhador com salário superior ao dobro do teto do benefício previdenciário, com curso superior completo), invenção da citada legislação trabalhista.

Bancos de horas - O Comando não aceita acordos individuais e compensação em seis meses, porque quanto maior o período de compensação, maior a possibilidade de os bancos desligarem os supostos excedentes, devido o numero de horas acumuladas. A Fenaban assumiu compromisso em apresentar uma nova proposta, mas desejam estender as compensações para até 1 ano. Sem consenso.

Gratificação de função - O Comando reivindicou sua manutenção, assim os bancos não podem reduzir ou cortar a gratificação/comissão, mantendo a politica de não retirar nenhum beneficio conquistado. A Fenaban não concorda.

Home office - A Fenaban informou que vai propor um modelo hibrido (trabalho no banco e em casa). O Comando ressaltou que qualquer proposta deve contemplar medidas de prevenção à saúde e queremos entender como ficariam os gastos com mobiliário, internet, aparelhos de uso diário (fones, computadores, copiadoras), além da ergonomia.

Tecnologia - O Comando propôs a criação de uma comissão bipartite para discutir, acompanhar as mudanças tecnológicas e os impactos sobre o emprego bancário. Fenaban analisará.

Agência digital - Os serviços devem ser prestados exclusivamente por bancários. Resposta da Fenaban na próxima negociação.

Homologação - As rescisões dos contratos de trabalho devem ser homologadas nos sindicatos. A nova legislação trabalhista permite que o serviço seja executado fora das entidades sindicais. Em apenas quatro homologações que acompanhamos do banco Itaú, constatamos erros em três delasCom empecilho explicito do banco Itaú, Fenaban analisará. As cláusulas econômicas serão discutidas no próximo dia 01.08

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