Taxa de desocupação atinge 13,7%, com 14,2 milhões de desempregados


Índice e número de desocupados estão entre os piores resultados históricos. Falta de trabalho e demanda por emprego pressionam a desocupação no país (Rodolfo Costa) O desemprego continua atingindo níveis calamitosos. Sem recuperação econômica, o mercado de trabalho segue exterminando postos de emprego e fechando as portas para quem está a procura de uma oportunidade.

O efeito dessas demissões e demanda por trabalho levou a taxa de desocupação a marca de 13,7% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta sexta-feira (28/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O efeito disso sobre a fileira de desempregados surpreende: já são 14,2 milhões, o que representa um aumento de 1,8 milhão de desocupados em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Na mesma medida em que a quantidade de desempregados aumenta, a população ocupada, ou seja, de pessoas exercendo algum tipo de atividade, diminuiu. Entre janeiro a março deste ano, a população ocupada estava estimada em 88,9 milhões, o que representa um fechamento de 1,3 milhão de ocupações em relação ao trimestre imediatamente anterior. A redução teve impacto maior entre os empregados com carteira assinada.

Em um trimestre, 600 mil trabalhadores com carteira assinada perderam o emprego. O número de celetistas no setor privado ficou em 33,4 milhões de pessoas. A queda nas ocupações não poupa nem mesmo o setor público. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, 379 mil postos foram extintos no funcionalismo.

Fonte: Correio Braziliense

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