Movimento sindical cobra informações sobre PLR e debate diversas pautas em reunião com o mercantil


O movimento sindical se reuniu com o Mercantil do Brasil, na sede do banco em Belo Horizonte, para discutir diversos temas de interesse dos funcionários, como PLR 2016/2017, premiação de escriturários, segurança bancária, entre outros.

A reunião contou com a presença de diversos sindicalistas e Reginaldo Bretas, pela Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Já o Mercantil foi representado por Márcio Ferreira, Marcelo Rocha e Flávia Gusmão.

PLR 2016/2017

Os representantes dos funcionários cobraram do Mercantil informações sobre o valor e a data de pagamento da PLR 2016, além de reivindicar melhorias no programa de 2017 e a continuação das campanhas para os GBIs e escriturários, uma vez que estas estão suspensas e a cobrança continua.

O banco afirmou que ainda não pode divulgar os valores da PLR em razão do não fechamento do balanço de 2016, mas informou que o pagamento ocorrerá, provavelmente, no dia 24 de fevereiro de 2017 em folha complementar. Em relação à reivindicação dos trabalhadores, o Mercantil se comprometeu a encaminhá-la ao comitê de gestão do banco.

Campanha de premiação dos escriturários

Após pressão dos sindicatos, o Mercantil anunciou que irá realizar o pagamento da premiação da campanha dos escriturários no dia 20 de fevereiro de 2017.

Postos de atendimentos avançados (PAA)

Os representantes dos funcionários exigiram mudanças em relação à atual configuração dos postos de atendimentos avançados (PAA localizados nas cidades de Nova Lima, Sete Lagoas e Betim. As unidades de trabalho funcionam, atualmente, com número reduzido de funcionários e não dispõem de equipamentos de segurança, como portas giratórias antifurto e vigilância armada, deixando vulneráveis bancários, usuários e clientes do banco.

O Mercantil admitiu que pretende implementar programa que visa transformar diversas agências em PAAs e que isso poderá gerar demissões. Em relação à falta de segurança, o banco se comprometeu a levar as exigências aos setores responsáveis para análise de caso.

Os representantes dos trabalhadores repudiaram a postura irresponsável do banco e cobraram a manutenção de mão de obra, com a realocação de funcionários atingidos pela eventual mudança. Os sindicatos informaram, ainda, que irão tomar todas as providências jurídicas necessárias para garantir a segurança de clientes e funcionários, assim como para impedir qualquer processo de demissões em massa.

Segurança bancária

Os representantes dos funcionários cobraram informações a respeito do cronograma de troca dos equipamentos de autoatendimento (ATMS) e o fim do processo de abastecimento de numerário realizado pela parte frontal.

O Mercantil afirmou que está seguindo o cronograma imposto pelo Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais e que diversas agências serão contempladas com as mudanças em 2017.

Os sindicatos também solicitaram solução para agência Mercado (BH), que não têm condições estruturais e de segurança para atendimento ao grande número de beneficiários do INSS. O banco respondeu que já estão em fase de estudos o redimensionamento e a troca de endereço da agência citada.

CAVA

Os trabalhadores questionaram o banco sobre a situação da CAVA (Caixa “Vicente de Araújo”) e exigiram estudos para ampliação dos benefícios destinados aos assistidos pelo plano.

O banco respondeu apenas que continua como patrocinador da CAVA e que, por hora, está descartada a ampliação dos benefícios.

SEEB BH

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