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Tribunal de Contas do DF investiga irregularidades em aluguel e contratações do BRB


Representação do Ministério Público de Contas indica possíveis irregularidades no aluguel dos pontos de atendimento do BRB (Banco de Brasília) e na contratação de uma empresa de cobrança a inadimplentes

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) apura indícios de irregularidades na terceirização de serviços de cobranças a clientes inadimplentes no Banco de Brasília (BRB). Segundo as apurações, o trabalho poderia ser feito por empregados do banco, mesmo assim, a instituição contratou uma empresa para realizar a atividade. Outro questionamento da Corte é sobre o aumento do valor mensal que foi pago pela instituição por pontos de atendimento. De R$ 2,5 mil, passou para R$ 6 mil.

As investigações foram abertas a partir de uma representação do Ministério Público de Contas junto à Corte. O TCDF quer que o BRB comprove se os percentuais pagos à empresa contratada para fazer as cobranças, a Hedge – Assessoria e Consultoria, estão semelhantes aos praticados pelo mercado. A empresa foi escolhida sem a realização de licitação.

A representação do Ministério Público também questiona os valores pagos pelos pontos de atendimento. Ela indica que o aumento subiu “entre o contrato original e um segundo aditivo, em um espaço de dois meses”. O MP quer que o BRB “demonstre a regularidade dos pagamentos realizados em julho e agosto de 2009 por pontos de atendimento, visto tal serviço ter se encerrado em junho daquele ano, conforme estabelecido no quarto termo aditivo”.

A representação foi encaminhada ao TCDF em dezembro do ano passado. O documento ressalta que “a medida visa esclarecer pontos obscuros e contraditórios verificados no trabalho do Corpo Técnico, sem os quais não se pode emitir juízo de mérito seguro”. Em uma decisão de 18 de fevereiro deste ano, o TCDF estipulou prazo de 30 dias para que a Cartão BRB S.A preste esclarecimentos sobre as denúncias.

O BRB foi procurado, mas, até a publicação desta reportagem, não havia se pronunciado. O Grupo Hedge também não retornou aos contatos da reportagem.

Fonte: Metrópoles

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