• Sindicato dos Bancários

Centros administrativos e agências fechadas em SP pressionam banqueiros


É greve! E mais forte a cada dia. A insatisfação é geral. E é assim que a categoria completa nove dias de paralisação nacional diante da proposta rebaixada dos bancos de reajuste de 5,5%,que não cobre nem a inflação, e abono de R$ 2.500. Nesta quarta-feira, trabalhadores de agências e centros administrativos de diversas regiões de São Paulo e Osasco estão de braços cruzados para quebrar o silêncio dos banqueiros e arrancar uma data de negociação. Estão paralisados os centros administrativos Vila, Casa 1 e 3 do Santander; Cesec, Complexo Verbo Divino e Complexo São João do Banco do Brasil; Bradesco Alphaville, Prime do Prédio Paulista, Telebanco e Nova Central do Bradesco; Orbital, CA Raposo, GPSA, CAT, CTO, CA Brigadeiro, prédios na Rua Jundiaí e Rua Fábia do Itaú; Gifug (Gestão do Fundo de Garantia) da Caixa Federal, além de centenas de agências na região central, Paulista e Faria Lima. Na terça 13, a greve foi alastrada por agências nas principais regiões de São Paulo e Osasco: 856 unidades fechadas por mais de 24 mil trabalhadores no oitavo dia de paralisação. No Brasil foram 11.437 locais parados. "Os bancários estão de parabéns pela luta", disse Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf-CUT e presidenta do Sindicato dos bancários de São Paulo "Estamos parando setores estratégicos, centenas de agências em segmentos importantes, inclusive alta renda. E vamos continuar, cada vez mais fortes, nossa greve é justa." O Comando de Greve reúne-se diariamente na sede do Nova assembleia será realizada na segunda-feira 19, às 17h, na Quadra dos Bancários. Trabalhadores nas ruas Um grande ato conjunto será realizado na sexta-feira 16, na Avenida Paulista. A concentração será a partir das 15h, no vão livre do Masp. Bancários e petroleiros estão em campanha e a luta é, além de aumento real para salários, por manutenção dos empregos, contra a sobrecarga de trabalho que adoece, a terceirização fraudulenta. Também participarão trabalhadores do setor de alimentação, o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e dos Sem Terra (MST), cobrando respeito aos seus direitos. Fonte: Seeb SP

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