• Sindicato dos Bancários

Gerente do Itaú é sequestrada e suposta bomba é amarrada nas costas


Uma gerente do Itaú contou à polícia ter retirado nesta quarta-feira (31) cerca de R$ 700 mil do cofre de uma agência em Moema, na Zona Sul de São Paulo, após ter sido rendida e ameaçada com supostos explosivos colocados em seu corpo por criminosos. Os ladrões fugiram e a mulher foi encontrada sem ferimentos, de acordo com o tenente da PM André Gurgel.

Segundo o tenente, a gerente contou ter sido rendida por ao menos dois criminosos quando saía de casa no Jardim Itacolomi em seu carro, por volta das 8h. Ela disse ter sido levada para uma favela onde, segundo o relato da funcionário do banco aos policiais, os homens amarraram o suposto artefato às suas costas e ameaçaram explodi-lo, caso ela não aceitasse ir até à agência em Moema para retirar dinheiro para os criminosos. A gerente também contou que os bandidos mentiram e afirmaram ter feito refém o filho da vítima. A mulher seguiu as ordens dos criminosos e foi até o banco. De acordo com o tenente, ela contou que abriu a agência e retirou uma quantia do cofre, que ela acredita que seja de cerca de R$ 700 mil. Após sair da agência, ela entregou o dinheiro para a dupla, que teria fugido a pé, segundo o relato do tenente. O policial diz que a ação da gerente foi monitorada pelos criminosos à distância. "Eles não entraram dentro da agência. Ela entrou sozinha, retirou esse dinheiro, colocou em uma mala, saiu e entregou sob a ameaça da bomba", disse Gurgel. De acordo com a PM, a gerente diz que pediu ajuda após a fuga dos bandidos. "Antes da chegada das equipes do Gate, o artefato já tinha sido retirado dela e estava em cima de uma cadeira. Não sei se ela teve apoio de alguém", contou o gerente. Ainda na porta da agência, o tenente chegou a afirmar que o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) teria constatado que o artefato tinha cerca de 500 gramas de dinamite. Entretanto, mais tarde, o delegado do 96° DP, no Brooklin, diz ter sido informado que o material era um simulacro. "Foi me passado que o artefato não era explosivo, era apenas um simulacro", afirmou o delegado João Carlos Hueb. Fonte: G1

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